Ao pesquisar sobre grupos alimentares encontramos uma
série de outras divisões, algumas mais amplas, as que têm como principal
objetivo desmantelar a pirâmide alimentar
criada nos Estados Unidos que por muitos anos imperou como a correta. Nela, se
estimulava principalmente a ingestão de carboidratos, mas sem apontar as opções
integrais, além de taxar as gorduras como as grandes vilãs, como hoje já se
sabe que não é tão simples assim.
O azeite de oliva, por
exemplo, como outros óleos de origem vegetal, ajudam a elevar os níveis do HDL,
conhecido como bom colesterol. A partir disso, foi criado uma nova pirâmide alimentar que, em alguns
casos, exclui a palavra carboidrato e troca por cereais. Mas a principal
diferença está em colocar na base (o mais importante) da pirâmide os exercícios
físicos e privilegiar o lugar dado aos vegetais e legumes.Algumas delas dividem os alimentos em: cereais, hortaliças, frutas, leguminosas, leites, carnes e ovos, açúcares e óleos. Embora seja um modelo eficiente acredito que ainda mais importante é pensar que cada pessoa é diferente e pode exigir em sua alimentação diária determinados tipos de alimentos em maior quantidade do que outros, claro que sem excluir um cardápio equilibrado. Além disso, quem não se enquadra nesses casos e não possui restrições alimentares (alérgicas e/ou ideológicas) deve comer um pouco de tudo.
Variar o cardápio,
escolhendo opções diferentes e descobrindo novos sabores é uma forma de garantir
uma alimentação mais saudável, porém, sempre evitando os exageros, inclusive,
de alimentos gordurosos, com muito sal ou açúcar. O mesmo vale para os produtos
industrializados, cheios de conservantes e outras substâncias químicas, que não
fazem bem ao organismo.
Conhecendo os alimentos e as
necessidades do seu corpo, é possível fazer sempre refeições prazerosas e
nutritivas. A alimentação também é cultural, por isso, aprender quais são os
alimentos da sua região e consumi-los na sua época, em especial, frutas e
legumes, vai colaborar para uma alimentação mais natural. O mesmo acontece com
pratos típicos e doces regionais, que podem substituir os seus lanches em redes
de comida rápida (fast food) que
pouco tem a somar para você, tanto em termos nutricionais, como culturais.
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